Os pesquisadores já sabiam que equinodermos armazenam grandes quantidades de carbonato de cálcio, alguns possuem corpos compostos por 80% deste material. Estes pequenos animais podem capturar cerca de 0,1 gigatoneladas de carbono por ano, dos 5,5 gigatoneladas que os humanos jogam no ar todos os anos.
A equipe chegou a esse resultado depois de coletar amostras de carbono de equinodermos de diferentes locais do planeta. Eles combinaram as medições com dados populacionais e dados de mortalidade, para descobrir o quanto eles podem armazenar e o tempo que demora para o carbono ser "enterrado" depois da morte de um desses animais.
Os cientistas acham que esse número pode ser ainda maior, já que eles precisam formar estimativas para áreas como o Pacífico Equatorial, que não foi bem estudado, e pode ter uma grande população de equinodermos. Ele também estão preocupados, pois o aumento da acidificação dos oceanos pode afetar gravemente este ciclo.
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