Em entrevista a Fred Furtado, Ferreira, um dos coordenadores da pesquisa, explica que a descoberta do gene é resultado de uma colaboração científica entre Brasil e Argentina. Essa parceria permitiu a mineração do banco de dados genéticos oriundo do sequenciamento do genoma do café por meio de programas de computador.
O pesquisador conta que uma das alterações provocadas pelo gene pode ser a mudança da morfologia do sistema radicular (da raiz) da planta, o que auxiliaria na absorção da pouca água disponível em condições de seca. Segundo ele, a ideia é, no futuro, transferir essa característica de resistência para outras espécies vegetais, especialmente aquelas importantes para a agricultura brasileira.
O geneticista fala ainda sobre a eficiência desse processo de transferência em laboratório, os riscos da experiência e as patentes geradas pela pesquisa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pela visita!
Deixe o seu comentário que será avaliado com carinho.