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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uso sustentável da energia


Os prejuízos ambientais provocados por ações humanas tornaram-se uma das principais preocupações da sociedade atual. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância desse tema, a Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS) lançou, em setembro último, o projeto denominado Uso Sustentável de Energia (USE), que envolverá campanha de conscientização, capacitação de técnicos-administrativos e professores de todas as unidades acadêmicas, elaboração do Manual de economia de energia e de uma página virtual. A iniciativa inclui também uma série de projetos, como o do telhado verde, em que as tradicionais telhas para cobrir casas e edificações são substituídas por uma camada de vegetação.
O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro da USE Márcio D’Avila adverte que determinar qual o melhor modelo de telhado a ser usado exige a análise de vários aspectos. “Estamos pesquisando diversas espécies de plantas”, conta. “É importante que elas resistam bem aos períodos de estiagem. As flores também são interessantes para atrair a fauna, como os insetos polinizadores (que aumentam a capacidade das plantas de se reproduzir com mais eficiência)”, diz, lembrando que o substrato (composição da terra), o nível de retenção da água da chuva e o peso que cada estrutura arquitetônica precisa suportar são outros itens a serem considerados.
Da telha para o telhado verde
Para mostrar quais os benefícios de substituir a telha comum pelo telhado verde, a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco.
Segundo D’Avila, com o telhado verde, a temperatura interna da casa permaneceu mais constante. “A cobertura vegetal evita, por exemplo, o surgimento de ilhas de calor nos centros urbanos. Em dias quentes, geralmente evitamos permanecer em locais onde a superfície é composta por materiais que retêm o calor gerado pelos raios solares, como o asfalto, o concreto, entre outros. Já o telhado verde diminui essa retenção de calor”, compara.
Redução dos gastos de energia
Um dos objetivos do USE é reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Para isso, o comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo em todos os prédios. O diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
A pesquisa, iniciada em novembro do ano passado, envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas. A previsão do comitê é que, nos próximos seis meses, as primeiras experiências com o telhado verde sejam estendidas a todos os prédios do campus. Os prejuízos ambientais provocados por ações humanas tornaram-se uma das principais preocupações da sociedade atual. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância desse tema, a Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS) lançou, em setembro último, o projeto denominado Uso Sustentável de Energia (USE), que envolverá campanha de conscientização, capacitação de técnicos-administrativos e professores de todas as unidades acadêmicas, elaboração do Manual de economia de energia e de uma página virtual. A iniciativa inclui também uma série de projetos, como o do telhado verde, em que as tradicionais telhas para cobrir casas e edificações são substituídas por uma camada de vegetação.

O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro da USE Márcio D’Avila adverte que determinar qual o melhor modelo de telhado a ser usado exige a análise de vários aspectos. “Estamos pesquisando diversas espécies de plantas”, conta. “É importante que elas resistam bem aos períodos de estiagem. As flores também são interessantes para atrair a fauna, como os insetos polinizadores (que aumentam a capacidade das plantas de se reproduzir com mais eficiência)”, diz, lembrando que o substrato (composição da terra), o nível de retenção da água da chuva e o peso que cada estrutura arquitetônica precisa suportar são outros itens a serem considerados.
Da telha para o telhado verde
Para mostrar quais os benefícios de substituir a telha comum pelo telhado verde, a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco.
Segundo D’Avila, com o telhado verde, a temperatura interna da casa permaneceu mais constante. “A cobertura vegetal evita, por exemplo, o surgimento de ilhas de calor nos centros urbanos. Em dias quentes, geralmente evitamos permanecer em locais onde a superfície é composta por materiais que retêm o calor gerado pelos raios solares, como o asfalto, o concreto, entre outros. Já o telhado verde diminui essa retenção de calor”, compara.
Redução dos gastos de energia
Um dos objetivos do USE é reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Para isso, o comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo em todos os prédios. O diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
A pesquisa, iniciada em novembro do ano passado, envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas. A previsão do comitê é que, nos próximos seis meses, as primeiras experiências com o telhado verde sejam estendidas a todos os prédios do campus.
Fonte: Ciência Hoje- Outubro

Carregador universal se aprovado, poderá economizar a emissão de 13,6 milhões de toneladas de CO2

A União Europeia anunciou neste ano que pretende implantar entre os produtores de celulares, carregadores universais de bateria. Na última semana, um modelo de carregador universal foi aprovado pela União Internacional de Telecomunicação, e já está disponível para as companhias adotarem voluntariamente para os seus aparelhos.
O novo carregadore tem um pequeno USB e é mais eficiente em energia. De acordo com Aldo Liguori, porta voz da Sony Ericsson, os planos são de lançar no mundo todo o carregador universal no primeiro semestre de 2010.

Cada usuário de telefones móveis irá se beneficiar deste recurso, que permite que o mesmo carregador seja utilizado por qualquer celular, independente da do modelo. Qualquer um estará apto a carregar seu celular em qualquer lugar do mundo, com qualquer carregador disponível, além disso o consumo de energia utilizado pelo novo carregador também será menor.

Estima-se que cerca de 51000 toneladas de carregadores são produzidos de maneira redundante a cada ano, e o carregador universal, poderá diminuir bruscamente este número, se ele for adotado pelas fabricantes de celulares. Se companhias como LG, AT&T, DoCoMo, Samsung, Nokia e muitas outras fizerem implantarem a ideia de carregador universal da GSMA. Nos próximos anos, não só haverá uma grande redução do volume de lixo eletrônico e nas emissões de gases do efeito estufa, mas também estima-se uma grande redução da energia celulares.

Fonte: Ambiente Brasil

Ecologia: Sustentabilidade: Como Aplicá-la em Casa?

O conceito de sustentabilidade está muito mais presente entre nós nos últimos anos do que desde a sua criação. As mudanças em nosso clima e a aceleração da degradação das fontes de recursos naturais cada vez mais aceleradas; trouxeram as portas de nossas casas o chamamento individual de cada ser humano para a sua responsabilidade com a salvação de nosso planeta e com a conservação da vida, como a conhecemos, na face de nossa linda bola azul.

Isso se torna mais e mais evidente conforme as notícias de problemas provocados pelas alterações climáticas e pelo efeito estufa se multiplicam nos noticiários e, muitas vezes, quando os sentimos em nossa própria carne. Os milhares (ou milhões) de vítimas de furacões, tornados, maremotos, secas, enchentes e outros desastres de magnitude nunca vista; clamam por nossa ajuda e por socorro para aplacar sua dor e sofrimento.

Mas como aplicar a sustentabilidade em casa? Como tornar algo trivial e corriqueiro um conceito tão “etéreo” para muitos seres humanos que têm pouca (ou nenhuma) instrução e são absolutamente dotados dos mais variados problemas e carências que se pode imaginar. Como levar a quem nada tem a importância de se conservar algo para as gerações futuras?

Talvez; aplicar a sustentabilidade em casa seja algo intangível demais para essas pessoas. Mas, com paciência e explicando pelo lado mais interessante para elas: o econômico; seremos capaz de fomentar o seu desejo, a sua colaboração e seu total empenho na formação de uma cultura de sustentabilidade doméstica muito mais rapidamente.

Basta que essas pessoas entendam que podem retirar do que normalmente abandonavam na natureza para se degradar por dezenas ou milhares de anos; algum tipo de lucro e de potencial econômico que possa melhorar suas vidas agora. Entender as sutilezas de garantir a sobrevida das futuras gerações pode ser extremamente difícil para alguém que acorda faminto e vai dormir desesperançado e com mais fome ainda. Portanto, aplicar a sustentabilidade em casa pode ser também uma nova forma de lucrar. Aqui e agora.

Sem dúvida, conseguir esse entendimento será vencer o desafio da aplicação da sustentabilidade em casa e da criação de uma cultura doméstica sustentável. Construir e instalar coletores de água de chuva e armazená-la para aproveitamento em limpeza e descargas sanitárias; aplicar a reciclagem aos resíduos orgânicos que normalmente iriam para o lixo e o oferecimento do produto final como adubo em residências ou casa de material para jardinagem. Reciclar os plásticos, latas e outros resíduos sólidos que iriam para o lixão ou parar nos rios e cursos d’água. Economizar nos gastos com energia elétrica e outros combustíveis.

Tudo isso poderá, em curtíssimo prazo, representar um ganho extra de dinheiro e elevar o padrão de vida dessas famílias pelo menos um pouquinho. Com isso, o dilema de como aplicar a sustentabilidade em casa será vencido e mais e mais lares se apresentarão para adotar as “boas práticas” e ganhar um lucro no processo.

domingo, 25 de outubro de 2009

O que é Sustentabilidade?

Segundo a Wikipédia, sustentabilidade é é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade. Mas afinal de contas; O que é sustentabilidade? e o que isso quer dizer?
Sustentabilidade nos dicionários estará definida como a capacidade de ser sustentável Mesmo parecendo uma redundância; esse conceito quando aplicado em relação à atuação humana frente ao meio ambiente em que vive é plenamente compreendido e se assenta como uma luva. Nesse contexto, entendemos que sustentabilidade é a capacidade de um indivíduo, grupo de indivíduos ou empresas e aglomerados produtivos em geral; têm de manterem-se inseridos num determinado ambiente sem, contudo, impactar violentamente esse maio. Assim, pode-se entender como a capacidade de usar os recursos naturais e, de alguma forma, devolvê-los ao planeta através de práticas ou técnicas desenvolvidas para esse fim.
Desta forma, pode-se dizer que um empreendimento sustentável devolve ao meio ambiente todo ou parte dos recursos que processou e garante uma boa qualidade de vida as populações que nele atuam ou que vivam nas imediações ou na área afetada pelo projeto. Garantindo assim, uma longa vitalidade e um baixo impacto naquela região durante gerações. Muito além das definições, o ideal de sustentabilidade total onde toda a influência provocada, por um agrupamento humano ou em empreendimentos; é anulado através dos procedimentos adotados ainda é muito difícil. Mesmo assim, é importante ter em mente que adotar as práticas que transformem nossa presença em determinado lugar o mais sustentável possível é a única saída para determos a degradação ambiental que estamos experimentando nos últimos anos e as graves alterações climáticas que vemos causar grandes desastres em diversas partes do planeta.
É necessário entender o que é sustentabilidade é muito mais conhecer seu significado bonito e orientado para empresas e organizações ligadas ao meio ambiente. É muito importante entender e saber que a adoção de práticas sustentáveis na vida de cada indivíduo é um fator decisivo para possibilitar a sobrevivência da raça humana e a continuidade da disponibilidade dos recursos naturais. Ao atuarmos de forma irresponsável e queimarmos indiscriminadamente nossos recursos naturais, sem dar tempo ao planeta para se recuperar, estamos provocando a escassez de recursos necessários a nossa sobrevivência e dificultando a vida de milhões de pessoas. Um exemplo clássico disso é a falta de água potável que muitas comunidades vem enfrentando em alguns países e que, se uma forma mais grave de escassez se manifestar, acabará causando guerras pela posse e conquista das fontes de água potável remanescente.
Se todos entendessem a importância da adoção de práticas de sustentabilidade desde muito cedo; todas essas alterações climáticas poderiam ser evitadas ou retardadas ao máximo e os recursos naturais estariam disponíveis e fartos por muito mais tempo. O que daria tempo para a humanidade buscar formas mais eficientes para resolver esses problemas em longo prazo.
Ações aparentemente simples e de pouco impacto, quando tomadas por um grande número de pessoas, tornará a sustentabilidade uma realidade palpável e real em qualquer parte onde haja a presença humana e garantirá a sobrevivência de nossa espécie por muito mais tempo.

Os Caminhos da Sustentabilidade

Hoje vivemos uma sucessão de catástrofes naturais estranhas e inusitadas como nunca antes foram vistas em nosso planeta. Montanhas enterradas por séculos na neve e no gelo, começam a mostrar suas encostas nuas. Geleiras milenares desaparecem aceleradamente sem que se possa fazer nada e nem se medir as conseqüências. Furações no Atlântico Sul, tornados cada vez mais freqüentes e violentos; secas e enchentes em áreas que antes não sofriam com esses males, pragas de insetos; de roedores e de organismos microscópicos que se reproduzem fora de controle.

Todos esses acontecimentos refletem uma única coisa: Desequilíbrio.
O homem moderno destrói e influencia o o meio ambiente que o cerca como nunca. E as conseqüências desses atos podem levar até mesmo a inviabilização da vida, como a conhecemos, em nosso planeta. Felizmente, a aparente aniquilação iminente fez com que os seres humanos acordassem e descobrissem que somente a convivência sustentável com o ambiente que os cerca é a chave para a sobrevivência de nossa espécie. Nunca antes se falou tanto em sustentabilidade quanto antes. Da mesma forma que nunca se tentou seguir e estudar formas de encontrar os caminhos da sustentabilidade e harmonizar nossa existência com as necessidades de preservação do meio ambiente.
É crescente o número de pessoas, em todo mundo, que passaram a exigir uma postura mais ativa por parte das autoridades de seus países em relação às políticas relativas ao meio ambiente e a exploração de seus recursos naturais e a ocupação mais racional das áreas urbanas. Da mesma forma, cientistas, estudiosos e pessoas ligadas ao meio ambiente reúnem-se em fóruns, debates e conferências onde se procura demarcar claramente técnicas, formas e diretrizes para que se assegure a descoberta para implementação de políticas que definam claramente quais os caminhos da ecologia e sustentabilidade cada nação deve tomar de acordo com o seu grau de desenvolvimento tecnológico, características populacionais e a forma como exploram seus recursos naturais. Avaliando e estabelecendo, caminhos para um futuro sustentável e pleno para todos os habitantes de nosso planeta.
É importante entender que a busca por caminhos da sustentabilidade global, passam antes de qualquer coisa, pela busca da sustentabilidade individual. Pois, cada um como indivíduo pode combater ao lado das forças que desejam proporcionar uma melhor qualidade de vida para o futuro da humanidade. Cidades que tratam seus efluentes e resíduos, empresas que evitam o desperdício de energia e recursos e pessoas que vivem atentas para o modo como interferem na natureza e no meio ambiente que as cercam. Essas são as formas para encontrar os caminhos da sustentabilidade e para manter nosso planeta com capacidade de sustentar a vida por muitas e muitas gerações ainda.
Fonte: Site Ecologia Urbana

O chorume no meio ambiente

O chorume, também conhecido como “líquido percolado”, é um líquido malcheiroso e, geralmente, de cor escura, originado de processos de decomposição de resíduos orgânicos. Como sua composição varia de acordo com o tipo de matéria orgânica que o originou, pode causar danos irreparáveis aos seres vivos, principalmente àqueles que vivem ou se alimentam nos lixões. Pode, também, contaminar lençóis freáticos e outros recursos hídricos; ou trazer doenças.

O problema do chorume poderia ser driblado consideravelmente se fossem feitas algumas mudanças na forma com que eliminamos o lixo de nossas casas e escola. Encaminhar aos fabricantes as pilhas e baterias, ao invés de jogá-las no lixo comum; separar resíduos descartáveis, podendo doá-los a cooperativas ou catadores; encaminhar o óleo usado a postos de coleta ou fazer sabão; e praticar a compostagem dos resíduos orgânicos, ou construir minhocários, são algumas medidas que poderiam ser adotadas em nosso dia a dia.
Fonte: Brasil Escola

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sustentabilidade: lixo pode ser a solução para a população?


Cientistas afirmam ser possível cortar em até 86% as emissões de carbono substituindo a gasolina por um biocombustível proveniente do lixo.

De acordo com estudo publicado na Global Change Biology: Bioenergy, os resíduos urbanos como papel e papelão são é uma promessa de energia limpa pois dão origem ao etanol celulósico.

Esse biocombustível, assim como outros, poderia resolver três grandes problemas mundiais: a dependência de combustíveis fósseis (petróleo), a crise de energia e as emissões de gases nocivos à camada de ozônio.

A vantagem do etanol celulósico em relação a outros biocombustíveis, no entanto, seria justamente o fato dele não ser obtido diretamente de uma planta. A cana e o milho, por exemplo, são alternativas limpas mas polêmicas, pois geram a necessidade de aumento de lavoura destinada somente para este fim – o que pode levar a problemas ambientais e, segundo alguns críticos, aumento dos preços de alimentos.

Uma fonte de energia derivada de lixo urbano processado, no entanto, poderia oferecer essa economia de energia sem os custos ambientais. Por outro ladp, como seriam utilizados papéis e seus derivados, é de se imaginar que a reciclagem desse material seria comprometida.

Durante suas pesquisas, o dr Hugh Tan, da Universidade Nacional de Cingapura, e o dr. Lian Pin Koh, do ETH de Zurique, usaram o United Nation’s Human Development Index, lista das Nações Unidas sobre desenvolvimento humano, para estimar a geração de lixo de 173 países. Esses números foram comparados com o banco de dados do Earthtrends, que calcula aproximadamente a quantidade de gasolina consumida em cada país.

Os resultados mostraram que, a partir do lixo gerado, seria possível retirar material suficiente para produzir 82.93 bilhões de litros de etanol celulósico. Essa quantidade de biocombustível poderia substituir 5.36% do consumo mundial de gasolina, e diminuir as emissões de gases poluentes entre 29.2% e 86.1%.

2012, o fim do mundo?

O calendário maia acaba em 2012 e uma estranha série de eventos terríveis (colisão de meteoros e planetas com a terra, previsões de muitos “paranormais” sobre o fim do mundo em 2012 e problemas de conservação do nosso planeta, como aquecimento global e efeito estufa).

Recentemente foi anunciado que em 2012 haverá um pico de explosões solares o que poderá deixar grande parte da humanidade na escuridão por meses. De acordo com as previsões, nesse tempo o caos irá se instalar.

Nosso planeta também parece sofrer os efeitos da nossa ocupação de acordo com os ecoxiitas, somos como parasitas para o nosso planeta, e ele inevitavelmente irá reagir contra a infecção.

Meteoros gigantescos já caíram sobre a superfície terrestre causando muita destruição, e isso pode acontecer novamente.

Coincidentemente o calendário maia que era usado no topo daquela civilização, termina no ano de 2012. A profecia maia já tomou uma grande proporção na internet pelo mundo inteiro, com milhões de adeptos acreditando firmemente que o mundo irá acabar em 2012. a profecia maia está vendendo milhões de livros e a indústria cinematográfica investiu milhões de dólares na produção de um filme contendo as catástrofes que humanidade irá pasar. Há uma infinidade de teorias diferentes.

A realidade é que a profecia maia do ponto de vista científico é apenas um mito. E mesmo que existisse um aprofecia, porque uma civilização que fazia sacrifícios ritualísticos, poderia ter alguma credibilidade em afirmar o que aconteceria com o nosso planeta nos dias atuais?

Antes da histeria prevista para 2012, o melhor é pensar na ecologia (sustentabilidade) de uma forma a podermos modificar os prognósticos para 2012.

Leia também o post: Fim do mundo adiado.

sábado, 17 de outubro de 2009

Ecologia: Fórmula 3 feito de vegetais

Preocupados com o ambiente, um grupo de cientistas da universidade inglesa de Warwick desenvolveu um carro Fórmula 3 (denominado «World First», o mundo primeiro), movido a biocombustível e basicamente construído por vegetais.

Numa tentativa de sustentabilidade, os autores construíram este carro de corrida à base de vegetais. O volante é feito de fibras derivadas de cenouras e outros vegetais e o assento tem uma base de fibra de vidro e espuma de óleo de soja.

O tanque de combustível é movido à base de biocombustível feito à base de restos de chocolate e óleos vegetais. Toda a estrutura do carro é também feita de fibras vegetais.

Os criadores deste Fórmula 3 calculam que o carro consiga atingir uma velocidade superior a 230 quilómetros por hora.

No entanto, o sonho de colocar o carro nas competições de Fórmula 3 não se vai poder realizar, uma vez que, sendo movido a biodiesel, está fora das regras da categoria.

sábado, 10 de outubro de 2009

Ecologia: Plano europeu contra poluição visa a energia solar


A Comissão Europeia deve apresentar um plano de redução de emissões de gases do efeito estufa que direciona a maior parte dos 50 bilhões de euros disponíveis para pesquisa e desenvolvimento para a energia solar e para a captura e armazenamento das emissões de usinas de carvão.

O plano tem em parte a intenção de mostrar que a União Europeia está dando os passos adicionais necessários para cumprir metas ambiciosas de redução de gases do efeito estufa antes do encontro de cúpula em Copenhague de dezembro, que discutirá um novo acordo global para conter a mudança climática.

Mas o plano também sinaliza a necessidade de um reordenamento das prioridades industriais do bloco ao exigir que governos gastem quantias significativamente maiores em energia limpa, mesmo enquanto o mundo sai de uma profunda crise financeira. "Mercados e empresas energéticas agindo por conta própria provavelmente são incapazes de produzir os avanços tecnológicos necessários em um período de tempo curto o suficiente para cumprir as metas da UE para políticas climáticas e energéticas", disse a comissão em um rascunho do plano obtido pelo jornal The International Herald Tribune.

A introdução de tecnologias de baixo carbono também "representa um grande desafio no contexto da crise financeira, quando a aversão ao risco é maior e o investimento em tecnologias novas e mais arriscadas não está no topo das prioridades dos investidores", dizia o rascunho. Espera-se que os comissários da União Europeia cheguem a um acordo sobre as quantias finais a serem alocadas em usinas energéticas de baixo carbono durante um encontro.

Na regulação dos gases do efeito estufa, a UE já institui custosos limites de emissão e um sistema de trocas, enquanto alguns países taxam emissões de dióxido de carbono associadas a aquecimento doméstico e uso de carros.

Sob o plano, o setor solar receberia o valor maior, 16 bilhões de euros (US$ 23,5 bilhões), ao longo da próxima década. Ao alocar a segunda maior quantia, 13 bilhões de euros, para capturar carbono e armazenar emissões de gases do efeito estufa, a comissão disse ter a intenção de tornar a tecnologia viável comercialmente para todas as usinas de energia que entrarem em operação após 2020.

Outra proposta favorecida sob o esboço do plano seria a iniciativa "Cidades Inteligentes", que foca no aperfeiçoamento da eficiência urbana. O documento prevê 11 bilhões de euros para desenvolver uma nova geração de edifícios e sistemas de transporte.

Quer conhecer um pouco mais sobre os assuntos que movimenta a Biologia em termos de Ecologia, click no link: Aquecimento Global e protocolo de Kioto