segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Entenda a diferença entre Diabetes tipo 1 e Diabetes tipo 2
Diabetes Mellitus Tipo 1: Geralmente aparece ainda na infância, e é também conhecida ou chamada de Diabetes insulino dependente, pois o corpo produz pouca ou nenhuma insulina. Pessoas com este tipo de diabetes precisam tomar doses de insulina diariamente para sobreviver. Menos de 10% dos diabéticos têm a do tipo 1.
Entenda como isto ocorre:
Quando ingerimos uma refeição, o carboidrato, encontrado em doces, pães, bolos, massas, biscoitos, batata, mandioca, etc, são transformados em açúcar (glicose) para poder ser absorvido pelo nosso organismo. Esta glicose é distribuída e serve de fonte de energia para nossas células, a partir do momento em que entra para nosso sangue. A insulina é o hormônio responsável pela passagem da glicose do sangue para as células e órgãos do nosso corpo. Desta forma, nos mantemos com energia e garantimos, principalmente, energia para nosso cérebro.
A pessoa com diabetes tipo 1, não consegue fazer esta transferência da glicose para as células, fazendo com que o sangue fique HIPERGLICÊMICO (muita glicose circulante).
Diabetes Mellitus Tipo 2: Ocorre em 90 a 95% dos casos de diabetes. Conhecida como Diabetes não – insulinodependente, geralmente ocorre na idade adulta pelo excesso de peso e má alimentação. Ultimamente muitas crianças já apresentam quadros da doença, devido a obesidade infantil. A insulina é produzida em quantidade normal ou aumentada, porém não ajuda o corpo a usá-la de forma adequada. Com o tempo,uma alimentação com excessos de doces e carboidratos, prejudica a função do pâncreas (órgão responsável pela produção de insulina), podendo fazer com que a pessoa passe a necessitar de doses de insulina.
Entenda como isso ocorre:
O corpo produz insulina após uma refeição com doces e carboidratos, porém esta insulina, por estar “defeituosa”, não consegue colocar toda glicose que está circulante no sangue para dentro das células. O sangue fica com excesso de glicose e todos os problemas aparecem.
Os sintomas são muito parecidos:
- Problemas de má circulação;
- Falta de energia para fazer as atividades (fadiga);
- Perda de peso, apesar da boa alimentação;
- Dificuldade de cicatrização, principalmente em membros inferiores e extremidades (pés e mãos);
- Problemas oculares;
- Vontade de urinar com freqüência – pois o corpo sente necessidade de eliminar o excesso de açúcar do sangue;
- Sede excessiva – pois o sangue fica muito “doce” e denso e o corpo precisa diluir este sangue;
- Fome excessiva – pois não entra energia para as células;
- Pressão alta – sangue mais grosso;
- Problemas cardíacos (colesterol e triglicerídeos elevados);
- Doenças renais;
- Neuropatia (danos nos nervos) – formigamento no corpo;
- Infecções freqüentes;
- Problemas dentários;
- Distúrbio erétil no homem.
Postado por Rejane Cardoso às 10:58 0 comentários
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Peixes do rio Hudson evoluíram e adaptaram-se à poluição
Investigadores da Universidade de Nova Iorque (NYU) e do Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI) estudaram recentemente o impacto desta poluição nos animais desse rio e foram surpreendidos quando constataram que um peixe local da família do bacalhau (Microgadus tomcod) adaptou-se de tal forma que, ao contrário de outros, que desapareceram, proliferou e é hoje encontrado em grandes populações.
Um estudo publicado na “Science” explica que o excesso de PCB induziu uma mutação que levou o peixe a evoluir e tornar-se resistente à grande quantidade de toxinas presentes na água.
Já se conheciam adaptações de insectos a insecticidas e de bactérias a antibióticos. Contudo, “esta é a primeira demonstração de um mecanismo de resistência numa população vertebrada”, afirmou Isaac Wirgin, um dos autores do estudo.
Esta “mudança evolucionária” provocou uma surpresa maior por ter acontecido num espaço de tempo muito curto, uma vez que a poluição do rio com esse composto químico começou há cem anos, e Isaac Wirgin não a vê como algo positivo, pois caso o rio seja limpo, o peixe vai precisar de se readaptar.
Além disso, frisaram os investigadores, esta adaptação terá impacto na cadeia alimentar. “O peixe sobreviveu, mas ainda acumula PCBs no seu corpo, pelo que passa a substância para qualquer outro que o coma”, disse Mark Hahn, do WHOI. Mesmo que não seja pescado, ao servir de alimento para peixes maiores consumidos por humanos, o poluente pode chegar à alimentação das pessoas.
Alteração genética
Os investigadores perceberam esta alteração genética através da análise do gene AHR2, um método comum para controlar a sensibilidade aos PCBs. Dois dos mais de mil aminoácidos normalmente encontrados nas proteínas desse gene aparentemente desapareceram nas espécies que vivem na região.
Segundo Diana Franks, uma bióloga que colaborou na investigação, esta descoberta é “um exemplo de como as actividades humanas podem provocar a evolução ao interferir com o meio ambiente”.
Postado por Rejane Cardoso às 08:19 0 comentários
Descoberto possível remédio anticalvície
Ratos geneticamente modificados recuperaram pêlos na totalidade
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A descoberta da Universidade da Califórnia, Los Angeles (EUA), mostra que um tratamento de curta duração com esta substância fez crescer novamente pêlos em ratos geneticamente modificados para ficarem cronicamente excitados – já que o objectivo do estudo inicial era outro.
O resultado pode levar a novas abordagens para tratar a calvície em humanos, ao neutralizar os receptores da hormona que desempenha um papel-chave no stresse.
O estudo foi publicado na versão online da revista científica americana PLoS One, uma publicação da Public Library of Science. Os cientistas fizeram esta descoberta inesperada ao conduzir estudos sobre a forma como a ansiedade pode afectar as funções gastrointestinais.
Os ratos foram geneticamente modificados para produzir em excesso corticotropina ou CRF (corticotrophin-releasing factor), uma hormona relacionada com o stresse. Durante o processo de envelhecimento, os animais começaram a perder os pêlos, principalmente nas costas, ao contrário do grupo controle de roedores não modificados geneticamente.
Os investigadores do Instituto Salk, na Califórnia, membros da equipa de investigação, conseguiram criar um peptídeo, uma substância química baptizada de "astressin-B", que bloqueia o efeito da hormona CRF e que, de seguida, foi injectada em ratos que perdiam os pêlos.
Três meses mais tarde, aquando das análises sobre os efeitos do astessin-B, os cientistas não conseguiram distinguir os ratos geneticamente modificados dos outros, já que o pêlo voltou a crescer na totalidade.
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Postado por Rejane Cardoso às 08:14 0 comentários
Mais de 18 por cento dos genomas contaminados com DNA humano
Regras de manuseio em laboratório "precisam ser mais rígidas"

A equipa descobriu que 492 das análises mostraram que todos partilhavam AluY, um DNA que os seres humanos possuem – possivelmente proveniente dos funcionários que trabalham em laboratórios.
O'Neill diz que as regras de manuseio em laboratório "precisam ser mais rígidas", principalmente em estudos que envolvam a sequenciação genética de pessoas e a probabilidade destas desenvolverem uma doença grave.
O estudo indica que os resultados podem tornar-se muito pouco precisos se, por exemplo, uma determinada sequenciação mostrar que um paciente tem um alto risco de vir a desenvolver uma doença cancerígena quando, na verdade, isso não acontece.
Postado por Rejane Cardoso às 08:03 0 comentários





